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quarta-feira, 25 de agosto de 2010

TCC

Olá!
Defini o meu tema para o TCC e tenho lido alguma coisa a respeito.
Mesmo assim já estou muito ansiosa. Será que vou conseguir? Será que o tempo será suficiente? São tantas indagações...
Tenho que pensar agora é na problemática que vai servir de base para o meu trabalho.
Quem tiver sugestão de textos por favor me envia.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

A WEB ESTÁ CRIANDO A GERAÇÃO MAIS INTELIGENTE DE TODAS

Don Tapscott consultor de empresas e autor dos livros Wikinomics e A Hora da Geração Digital disse na revista Galileu-edição de agosto/2010 que a mente da geração digital é mais flexível e adaptável aos conhecimentos midiáticos. Segundo ele o importante não é o que se sabe, mas o que se pode aprender e como essa geração interage, compartilha e avalia os fatos tornou-se mais inteligente que as demais. Ela consegue processar as informações mais rapidamente que as outras. Ele diz que a humanidade está em constantes transformações e por isso é preciso aprender a todo momento pelo resto das nossas vidas. Esse novo mundo permite a interação de cientistas, médicos, professores, engenheiros, naturalistas, nutrólogos, trocando informações, conhecimentos e sugestões para alavancar as pesquisas. Milhões de pessoas colaboraram com a wikipédia, o linux, o projeto genoma humano criando uma rede de contribuição e compartilhamento. Por isso vivemos numa época onde todos podem participar na produção de informação. A explosão do conhecimento serve de estímulo para uma sociedade mais próspera e desenvolvida.

E VOCÊ COLEGA, QUE INTERAGE COMIGO, O QUE ACHA DESSA INFORMAÇÃO??

Livros Virtuais

Começou esta semana em São Paulo a XXI edição da Bienal do Livro. Muitas novidades para os leitores: desde entrevistas com autores famosos, palestras, entrada gratuita para os leitores fantasiados com seus personagens preferidos e o livro digital. Se ler já é legal, imagine interagir com os personagens? Qual a criança que não vai se deslumbrar com os personagens das histórias de Monteiro Lobato interagindo uns com os outros dando a sensação de estarem vivos?
Mais uma vez a tecnologia fazendo parte do universo das crianças.Mais uma vez a tecnologia atraindo o público em geral para o fascínio da leitura. Uma excelente forma de fazer as crianças se aproximarem dos livros.
Se a leitura já nos faz viajar, agora então...
Para ter acesso ao eventos e autores acesse: www.bienaldolivrosp.com.br

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Bullyng

Recebi esse texto de uma amiga e achei interessante. Não diz respeito ao tema que estou desenvolvendo, mas à sala de aula.
Muito me preocupou e a sugestão do terapeuta Içami Tiba é interessante.
Vale a pena conferir!!

Em setembro de 2004, três estudantes adolescentes de Carazinho, cidade de cerca de 60 mil habitantes no Rio Grande do Sul, criaram um fotolog com fotografias alteradas digitalmente. O alvo das fotomontagens era um colega de classe dos três - que, ofendido com o que os autores consideravam só uma "brincadeira", entrou com um processo por bullying contra o provedor do fotolog e o responsável pela conta de onde partiam as postagens - no caso, a professora Solange Ferrari, mãe de um dos garotos do grupo.

Três anos depois, em dezembro de 2007, Solange foi surpreendida por uma intimação. "Nem sabia do que se tratava", relembra. Ela telefonou para o filho, que já havia atingido a maioridade e morava na Itália. "Foi aí que ele me explicou", conta ela. Solange, que mal sabe postar um foto na internet, foi condenada este mês em segunda instância, em decisão inédita no estado. Ela deve pagar R$ 5 mil de indenização, corrigidos, à vítima de bullying - que hoje estuda não só na mesma universidade que o filho dela, como também na mesma classe. "Eles não se falam e meu filho diz que o que ele mais sente é o fato de eu ter de pagar por algo que ele fez".

Solange, que recorreu da decisão, lamenta que um jovem com idade considerada suficiente para escolher os governantes não seja responsabilizado pela Justiça. "Se eu tivesse sido informada da história, teria tomado as providências necessárias", declara. Certamente ela seria mais rápida que a Justiça, mas quanto à responsabilidade da condenação, sob o ponto de vista do Código Civil, não há dúvidas: o artigo 932 enuncia que "são também responsáveis pela reparação civil os pais, pelos filhos menores que estiverem sob sua autoridade e em sua companhia". "É bem claro: do ponto de vista da lei, os pais são responsáveis pelos atos dos filhos", diz o promotor Lélio Braga Calhau, autor do livro "Bullying: o que você precisa saber" (Editora Impetus).


Leia mais sobre bullying
Entrevista com Ana Beatriz Barbosa: "O bullying é um ato covarde"
Escolas americanas estimulam o fim do "melhor amigo"
Antes que os casos cheguem aos tribunais, o que os pais podem fazer quanto aos filhos que praticam o bullying?

Para o psiquiatra e terapeuta Içami Tiba, os pais devem tomar medidas sérias quando descobrem que o filho pratica bullying. "Eles precisam impor consequências. Não adianta só papo. Precisa ter ação", recomenda ele, que sugere a ida a trabalhos voluntários com a criança. O tipo de trabalho pode ser escolhido de acordo com a idade do seu filho: os mais novos podem visitar creches para brincar ou ler histórias para as outras crianças. Adolescentes podem ajudar a fazer sopa para os sem-teto.



Foto: Divulgação
Içami Tiba: "os pais devem tomar medidas sérias, aliadas à ação"

Içami descarta a matrícula em uma atividade física mais puxada ou mesmo em uma academia de luta ou artes marciais, caminho escolhido por muitos pais que consideram essa uma boa solução para "canalizar" a agressividade do filho. A conversa sempre é boa, mas a ação deve ser eficaz e compete aos pais. "O que não pode é deixar barato", alerta Içami, autor de "Adolescentes: quem ama, educa" (Integrare Editora), entre outros títulos voltados para educação e desenvolvimento.

O amor não muda

Muitos pais entendem o bullying como uma qualidade, confundindo agressividade com um comportamento de liderança. "Já estive em reuniões de escolas em que o pai, ao saber das atitudes do filho, dizia que ele era um 'líder', enquanto que as outras crianças eram 'babacas'", testemunha o pediatra Aramis Antonio Lopes Neto, autor de "Diga não ao bullying". "Os pais precisam entender que aquilo é um problema para então conversar com os filhos, conhecer a vida social deles", explica.

Algumas vezes, o comportamento agressivo é desengatilhado por experiências traumáticas, de violência familiar ou social, como discussões entre os pais, separações na família, um sequestro ou um assalto. Nestes casos, Aramis sugere o acompanhamento terapêutico para a criança. Mas para ele, impedir o bullying é uma questão de conscientização que deve ser feita pela escola e pelos pais. "Pais que lidam com filhos que praticam bullying devem deixar muito claro que o amor deles pela criança ou adolescente não muda, mas que eles absolutamente não aprovam esse tipo de comportamento", defende. "Ele pode ter se tornado agressivo porque tem um problema, então não pode ser marginalizado por isso", finaliza.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Prática Pedagógicas na rede Pública de ensino

Fazendo hoje uma leitura na internet encontrei um texto no jornal da UNICAMP que avalia as práticas pedagógicas em escolas da rede pública de ensino.
Vale a pena conferir. O endereço é:
http://www.unicamp.br/unicamp/unicamp_hoje/ju/maio2009/ju427_pag11.php
Oi Vanessa!!
Que bom que você acessou o meu blog.
Obrigada pela sua postagem e pelo seu voto na minha enquete. Quero fazer um levantamento das mídias mais utilizadas na sala de aula.
Um abraço

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

REFLEXÃO SOBRE AS MÍDIAS

Os veículos de comunicação vêm assumindo desde o final do século XIX com o advento do jornal, um ritmo maior ao lado de outras áreas como a religião e a política.

Vivemos num planeta globalizado, onde impera o capitalismo e atravessamos um período de transição da era industrial para a tecnológica.
Com a criação do telefone, do rádio, da televisão e outros meios, a mídia tem invadido a sociedade com a oferta incessante de conforto, praticidade e comodidade às famílias. O que se sabe é que principalmente nas últimas décadas a sociedade sofreu enormes transformações impostas pela sua expansão e pela globalização da economia. O consumo passou a ser associado à moda, à estética impondo uma ostentação que refletiu na utilização de roupas, eletrodomésticos, automóveis, telefone celular e também nas redes de informática.
Quando esses aparelhos penetram nos nossos lares, ficamos eufóricos para explorá-los. Lemos o manual, mexemos, perguntamos, a curiosidade nos aguça o íntimo.
Nas grandes empresas os funcionários têm que se preparar para essa nova tecnologia. Precisam aprender a trabalhar em grupo, ter soluções rápidas e imediatas para os problemas que surgirem, ter idéias originais e criativas, econômicas e ecologicamente corretas.
No mundo científico também, grandes avanços têm acontecido em função da tecnologia. Desde a criação das vacinas para a erradicação das diversas epidemias como também a contribuição da engenharia genética e de alimentos na prevenção de diversas doenças.
Não se pode negar, a televisão, o vídeo, o DVD e agora o computador permeiam o ambiente escolar. Mas porque este ritmo alucinante não atravessa os muros escolares? E isso não acontece só no terceiro mundo. Até as grandes potências mundiais também se encontram aquém na área da educação. Os discursos e as teorias existem, mas a prática ainda é distante.
A utilização da web tem provocado intensas mudanças principalmente nos mais jovens. Também como poderíamos imaginar na década de 90 que hoje teríamos em torno de um bilhão de internautas no mundo? O tipo de linguagem, as imagens, os sons, tudo isso propicia o acesso a sites de busca. Eles oferecem de tudo: pesquisa a diversos órgãos, entretenimento, jogos, lazer, navegação por instituições de ensino, informações sobre empresas, trabalho, compra e pagamento, produtos, doenças, notícias atualizadas, transações financeiras. Há sites de bate-papo, relacionamentos, profissionais, educação à distância, comunidades de apoio ao cidadão e infelizmente até os desvios de conduta são facilitados. A rede de informação cresce indiscriminadamente.
Precisamos ressignificar o sentido da escola. A expectativa com relação ao novo existe e ela permite ampliar e estabelecer novas pontes entre o atual, o tradicional, o conservador com o novo, o moderno, o virtual.
A tecnologia atrai os mais jovens, precisamos discutir sobre a influência dela entre eles e ajudá-los a desenvolver o senso crítico. Precisamos explorar os veículos de comunicação em todas as suas possibilidades, precisamos pensar de forma multidimensional, o professor precisa renovar-se, ter habilidades diferenciadas, desenvolver novas práticas educativas. Muitos professores ainda desconhecem a ferramenta e o "mestre" é colocado à frente de termos para ele novos e insignificantes como: software, home page, e-mail, mas que fazem parte do dia a dia dos alunos. Eles devem deixar de ser o centro da aprendizagem e interagir com seus alunos, deixar de ser o informador para orientar e mediar a aprendizagem. As escolas precisam voltar seu olhar para dentro, reorganizar sua estrutura, projetos e currículos.
Precisamos modificar este paradigma e caminhar par um ensino de qualidade. "A monotonia da repetição esteriliza a motivação dos alunos."
Também não podemos supervalorizar a mídia como se ela por si só fosse melhorar a qualidade do ensino. São necessários investimentos, capacitação de profissionais. O governo precisa favorecer a democratização do acesso à informação.
Mas como pensar em inovação se ainda há escolas sem espaço, sem carteiras, com prédios sem infra-estrutura adequada para funcionar, salas improvisadas, e como esperar a mídia se muitas escolas sequer têm um banheiro decente? As instituições ainda têm muitas carências e precisamos exigir a liberação de verbas voltadas para a tecnologia da educação para que o acesso não seja discriminado.
Mesmo assim com toda essa dificuldade não devemos perder a esperança. Devemos arregaçar as mangas e fazer aquilo que estiver ao nosso alcance procurando agir com ética, respeito e inovando sempre que for possível.

Reflexão